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Ano novo, velhos problemas em busca da Qualidade!

Você ou sua empresa andam se ressentindo de ações corporativas mais eficazes?
Estão tendo dificuldades na implementação de Sistemas da Qualidade ou de Acreditação?
Tem dificuldades na implementação de programas de educação corporativa e /ou continuada?
Não sabem como otimizar seus processos, visando diminuição dos riscos institucionais e minimização de perdas?

A Byoline apresenta soluções corporativas personalizadas.

qualidade

Promover a transmissão de informação e facilitar sua transformação em conhecimento, conhecimento em valor agregado, e este valor se tornar “o” diferencial competitivo para sua empresa.

PROJETOS CORPORATIVOS:

Somos especializados no desenvolvimento processual com vistas às “melhores práticas” e visão sistêmica, de forma inovadora e comprometida com os resultados e desenvolvimento profissional. Nosso objetivo é agregar valor ao seu negócio e criar o diferencial competitivo, através de uma análise crítica profunda e sistêmica, mas respeitando a cultura institucional e seus valores.

    • Coaching profissional e de performance
    • Mentoring
    • Análise Situacional: diagnóstico
    • Melhoria de Processos e Protocolos Técnicos
    • Adequação a mudanças legislativas: portarias, resoluções, etc.
    • Planejamento Estratégico
    • Implementação de Gestão do Conhecimento e do Capital Intelectual
    • Implantação de ferramentas da qualidade: Diagrama de causa-efeito, Ishikawa, 5S, FEMEA
    • Consultoria e Assessoria para Implantação de Sistemas de Gestão da Qualidade (AABB-American Association Of Blood Banks; ISO série 9.000)
    • Consultoria e Assessoria para Certificação da Qualidade (ONA-Organização Nacional de Acreditação)
    • Programas de Educação Corporativa personalizados para os colaboradores da sua empresa: projetos presenciais e/ou a distância, utilizando as mais modernas ferramentas instrucionais para promover aprendizagem.

• Novidades!
• Programa de desenvolvimento de lideranças
• Programa especializado de desenvolvimento de lideranças técnicas em saúde 

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PROJETOS EDUCACIONAIS:

Oferecemos soluções estratégicas presenciais e/ou a distância, utilizando modernas ferramentas de aprendizagem, para empresas ou profissionais que desejam aprimorar-se:

  • Projetos de Educação Corporativa
  • Cursos a Distância para aperfeiçoamento profissional
  • Webconferencias temáticas em tempo real
  • Seminários e Workshops

“Trabalhadores do Conhecimento” estão capacitados a buscar, utilizar, expandir e disseminar conhecimento em seu ambiente de trabalho”. 
(Peter Drucker)

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Saiba mais sobre o antígeno f !

Referencia bibliográfica: REID, M. E. LOMAS-FRANCIS, C. OLSSON, M.L.
The Blood Group Antigen. Facts Book. 3rd Ed. Elsevier, 2012. Pp.211.
Tradução e adaptação do texto: Ana Lúcia Girello. Março de 2014.

Segundo a nomenclatura da International Society of Blood Transfusion, o antígeno f pertence ao sistema Rh.

Nome: Antigeno f
Nomenclatura ISBT: RH6 ou (004006 ou 4.6)
Nomes obsoletos: ce ou hr
Descrito em 1953.

O antígeno f é um “antígeno composto” expresso em glóbulos vermelhos de fenótipo c+ (RH4) e e+(RH5), sendo estes expressos na mesma proteína Rhce. Exemplo: hemácias dos fenótipos R1r, R0R0

O antígeno f NÃO está presente quando os antígenos c e e estão em proteínas Rh separadas, por exemplo:R1R2

Fig.1. Modelo esquemático das proteínas RhD, RhCE e RhAG.

rhag_genesOcorrencia do antígeno f:
Caucasianos: 65%
Negros: 92%
Asiáticos: 12%

O antígeno f está expresso na proteína Rhce, mas ainda não se compreende exatamente o mecanismo que predispõe à sua formação. Também já está expresso em células de cordão umbilical.

O antígeno f é RESISTENTE ao tratamento das hemácias com enzimas proteolíticas, como ficina, papaína, tripsina e alfa-quimotripsina; e a reagentes Thiol como DTT.

Características dos aloanticorpos anti-f:

–  Reações transfusionais imune-hemolíticas geralmente leves, tardias com possível hemoglobinúria.

–  Também envolvidos em DHPN leves.

Anti-f está frequentemente presente em soros de indivíduos contendo anti-c ou anti-e, formado por indivíduos com antígenos c ou e parciais.

Antígenos compostos: No sistema de grupo sangüíneo Rh, além da existência dos antígenos discretos C, D, E, C e E, ​​há 4 outros antígenos combinados:

–       ce (f),

–       Ce

–       CE (nome obsoleto: Jarvis)

–       cE.

Eles são comumente descritos como antígenos compostos, antígenos produtos de genes na posição cis , ou produtos conjuntos* (*N.T. tradução literal do inglês, mas não utilizado em nosso idioma). O termo é usado para designar o antígeno que é codificado pelo mesmo haplótipo. (isto é, os genes que estão em posição cis ).

O anticorpos contra antígenos compostos são infrequentes, embora não raros.
Tais anticorpos podem ser escondidos por outros anticorpos co-existentes das especificidades Rh mais óbvias. Por exemplo, co-existindo anti-c e/ou anti-E pode mascarar o efeito de anti-f. Sua presença só pode ser demonstrada através de adsorção e eluição com células vermelhas de fenótipos selecionados.

Bibliografia consultada:

REID, M. E. LOMAS-FRANCIS, C. OLSSON, M.L. The Blood Group Antigen. Facts Book. 3rd Ed. Elsevier, 2012. Pp.211.

RUDMANN, S.V. Serologic Problem Solving. AABB Press. 2005.

GENE BANK: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/gene?Db=gene&Cmd=ShowDetailView&TermToSearch=6006

RHESUS SITE: http://www.uni-ulm.de/~wflegel/RH/


 

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O que são antígenos eritrocitários compostos? O que é “este tal”de anti-f?

Texto escrito por: Monica LaSarre e Joe Chaffin , Junho 2012.
Tradução e adaptação do texto: Ana Lúcia Girello. Março de 2014.
Disponível em : http://www.bbguy.org/ask/ab-f-1.asp#sthash.YNjKhQv1.dpuf. Acesso em 05/03/2014.

O que é este tal anticorpo Anti-f ?

Esta pergunta é boa! Anti-f pode ser um anticorpo difícil de se entender, mas dado o fato de que ele é dirigido contra um antígeno sistema Rh , é importante tratá-lo com seriedade. Primeiro, é necessário compreender a terminologia utilizada para descrever a genética do sistema Rh .

Modernamente, sabemos que existem cinco principais antígenos do Sistema Rh : D , C, C, E, e. Estes antígenos são os mais importantes dos 58* antígenos já descritos (*N.T.: até a presente data) do sistema Rh. No entanto , os outros antígenos do sistema Rh podem ser importantes , já que os anticorpos podem ser formados e podem causar sérios problemas transfusionais, além de dificuldades no diagnóstico laboratorial.
Uma das singularidades do sistema Rh é o fato de que os antígenos podem ser “formados” pela presença de dois outros antígenos presentes ao mesmo tempo, ou numa combinação genética específica . Estes antígenos são conhecidos como “antígenos compostos “, e o antígeno f (o alvo do nosso anticorpo nesta discussão) é um desses.

O que é o antígeno f?

O antígeno f está presente em uma pessoa que carrega um gene que codifica a proteína RHCE com a presença concomitante dos antígenos “c” e “e”. Em outras palavras, uma pessoa tem o antígeno f se ele ou ela tem pelo menos uma cópia do alelo RHce do gene RHCE.

Olhe para a imagem abaixo:

f

Esta é uma imagem simples que retrata um resultado potencial genético de uma mãe R1R1 X pai R2r resultando hipoteticamente em uma criança que tem o genótipo R1r.

O gene RHD está mostrado em vermelho e o do gene RHCE em verde.
Foram realçados com um círculo os alelos RHce dos genes RHCE, demonstrando que tanto o pai como o filho neste exemplo seria f positivos (note que a mãe não tem RHce, então ela seria f negativo).

Revisão rápida: Existem dois principais genes do sistema Rh : RHD e RHCE . Existem quatro variantes diferentes normais (“alelos” ) do gene RHCE , conhecido como RHCE , RHCe , RHcE , RHce ( eles codificam para as quatro combinações diferentes de C ou c com E ou e ).
Estamos dizendo que o “f” antígeno está presente apenas quando um desses quatro alelos está presente , especificamente , RHce . Ainda não está claro ? Se não, é melhor dar uma relembrada na genética do sistema Rh !

Os anticorpos contra antígenos f são aloanticorpos típicos (imunes), ou seja, eles são formados quando alguém é exposto a antígenos que não possuem em seus próprios glóbulos vermelhos , normalmente durante a gravidez ou transfusão. Isto significa que somente aqueles que são f- (negativo) são elegíveis para formar anti-f.

Então, quem é f- (negativo)?
Bem, a resposta padrão dos livros é que: indivíduos f– (negativos) são aqueles que NÃO têm c e e como parte do mesmo haplótipo , ou seja , são pessoas que não possuem o alelo RHce do gene RHCE .

Mas o que isso significa? Vejamos alguns exemplos :

1 . Um indivíduo com o genótipo R1R2 tem os dois seguintes haplótipos: DCe e DcE. Uma vez que não existem os genes “c” E ” e ” juntos em nenhum dos haplótipos , este indivíduo é f – (negativo) . Este indivíduo pode produzir um anticorpo anti-f se exposto às células vermelhas que carreiam o antígeno f .

2 . Um indivíduo de genótipo rr tem dois haplótipos idênticos: Ambos são dce . Neste caso , uma vez que ambos os cromossomos são portadores de genes de “c ” e “e” no mesmo haplótipo , este indivíduo é f+ (positivo) . Como um resultado , ele não faria anti-f se exposto às células vermelhas do f + (positivo) .

Você já pode ter adivinhado isso, mas a maioria das pessoas que tem o fenótipo f-(negativo) são aqueles tipados como Rh+ (positivo)!
Isto é devido ao fato de que a esmagadora maioria das pessoas Rh- (negativas) têm o genótipo rr , e por isso é muito raro encontrar alguém Rh- onde falte pelo menos uma cópia do gene RHce (e portanto, f -).
Já os indivíduos Rh+ (positivo) podem ser f negativo ou f positivo, a saber:
EX: São três os haplótipos mais comuns de RhD+:
– R0: ele trará então o haplótipo RHce (portanto, sendo f+),
– enquanto nos outros dois, denominados R1 e R2, não! Estes, portanto, serão f-!

Como o anti-f é um anticorpo considerado clinicamente significativo, uma pessoa que produz anti-f deve, uma vez que o anticorpo for devidamente identificado, ser transfundido com sangue f- (negativo). Enquanto isto pode parecer fácil, em contrapartida, não é tão simples selecionar um monte de unidades de sangue e testá-las (fenotipá-las) com anti-f!
Na verdade, para selecionarmos as unidades de hemácias adequadas para transfundir pacientes com anti-f, teremos de fazê-lo de uma maneira “de trás para frente”, e isso é o mais importante para vocês, que atuam em serviços de transfusão hospitalares, entenderem:
Os doadores de sangue que são tanto c- (negativo) ou e- (negativo) são f- negativo , por definição ( ver acima , se isso está claro ).
Como resultado disso, e uma vez que a maioria das pessoas com anti-f são Rh+ (positivo), há duas abordagens comuns para esta situação para encontrarmos unidades de sangue compatíveis para a transfusão:
-Na primeira abordagem, o serviço de hemoterapia realizará testes, em um grupo de doadores Rh+ (a menos que o paciente também tenha anticorpos anti-D), fenotipando-os para o antígeno c (N.T.: =buscar bolsas com o fenótipo c-). Estas unidades são f- , também , portanto, unidades c – (negativo) são então utilizados para a realização de provas cruzadas com o soro dos indivíduos que possuam o anti-f;
-A segunda abordagem considera a utilização de reagente anti-c , e é , portanto, mais atraente, e basicamente o inverso do anterior. O serviço de transfusão simplesmente usa soro do paciente para verificar se há compatibilidade com amostras de células vermelhas a partir de várias unidades de doadores. As unidades compatíveis são então fenotipadas para o antígeno c usando anti-soro anti-c, e aquelas que são c- (negativas) são utilizadas para transfusão. Dentro dessa estratégia , o genótipo Rh mais comum para os doadores de sangue dadas a estes pacientes é R1R1 – um genótipo extremamente comum em doadores de sangue caucasianos .
Você pode estar se perguntando por que usar anti-c soro nas estratégias acima e não anti-e (ou por que não usar os dois ao mesmo tempo), não é?
A razão é simples: o antígeno e é extremamente comum e menos de 2% dos doadores de sangue na maioria das populações são negativos para e. Como resultado, faz mais sentido usar um reagente que tem uma maior chance de sucesso (pois o antígeno c está ausente em 20% dos caucasianos e 4% de doadores de afro-americanos) .

Esta tem sido uma discussão complexa , eu sei! A gestão de anti-f é realmente muito, muito simples na maioria dos casos , mas a compreensão dos “porquês” por trás do que fazemos é muito importante. Releia o acima, se não está claro para você ainda , e não hesite em contactar-nos para mais perguntas !

IMPORTANTE: Por favor note que o acima é opinião dos autores . NÃO é uma consulta médica, nem deve ser usado como justificativa para diferem de procedimentos operacionais padrão da instalação. Por favor, correlacionar as informações acima com recursos publicados , e entender que a orientação dada pode não ser aplicável em sua situação clínica ou laboratorial !

Texto escrito por: Monica LaSarre e Joe Chaffin , Junho 2012.
Tradução e adaptação do texto: Ana Lúcia Girello. Março de 2014.
Disponível em : http://www.bbguy.org/ask/ab-f-1.asp#sthash.YNjKhQv1.dpuf. Acesso em 05/03/2014.

 

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Projetos Byoline 2014 para as áreas de Hematologia, Hemoterapia e Análises Clínicas: muitas novidades!

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  • Treinar e capacitar seus colaboradores para as atividades técnicas, formando equipes de alto desempenho?
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